Maior confiabilidade, eficiência em transmissões, monitoramento e cirurgias remotas são apenas algumas das revoluções previstas para a área da saúde.

Até 2026 o Brasil deve alcançar a marca de US$ 7,5 bilhões em receitas com a digitalização no setor de saúde. A previsão é o do relatório ConsumerLab, da Ericsson, que revela ainda que mais de US$ 4 bilhões terão origem nas operadoras de rede 5G. A média de crescimento chegará a 84% entre 2020 e 2026. Ainda segundo o relatório, os aplicativos de pacientes e de hospitais somarão 92% da receita.

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O relatório recebeu o nome “Do sistema de saúde para o homecare” e aponta que as redes da próxima geração terão papel fundamental na transformação do sistema de saúde como conhecemos hoje. Elas possibilitarão, por exemplo, uma transmissão mais eficiente de feedbacks e alertas entre médicos e pacientes. Também será possível o monitoramento remoto, em tempo real, por meio de dispositivos vestíveis, e até a realização de cirurgias remotas feitas por robôs.

As redes 5G serão responsáveis, também, pelo aumento da confiabilidade e segurança nos aplicativos relacionados à área da saúde, o que possibilitará um ambiente favorável à inovação no setor. As perspectivas irão oportunizar também a descentralização dos serviços de saúde e a criação de grande centros de dados de pacientes.

O relatório da Ericsson é resultado de uma pesquisa on-line com a participação de mais de 4,5 mil usuários avançados de banda larga móvel em países como a Alemanha, Japão, Coreia do Sul, Reino Unido e Estados Unidos. A pesquisa também ouviu, nos mesmos locais, 900 profissionais ligados às áreas de saúde, tecnologia, telecomunicações, desenvolvimento e órgãos governamentais.

Fonte: Computer World