Artigo publicado em 2016 discorre sobre como a rotina dos hospitais pode interferir na recuperação de seus pacientes.

Estar internado em uma cama de hospital já é incômodo suficiente para o paciente e seus familiares. Imagina, então, se a tensão do ambiente não contribui para aliviar este momento que deveria ser de repouso. Na verdade, isso é o que acontece em grande parte dos hospitais pelo mundo afora.

Imagem: Shutterstock

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Em um artigo publicado no ano passado no portal MedCityNews a médica americana Bridget Duffy destaca que embora os ambientes hospitalares ofereçam ao paciente toda a assistência que ele precisa, nem sempre estes ambientes são “amigáveis” e acabam interferindo negativamente na recuperação de pacientes.

O ambiente desconhecido, coletas de sangue, aferição de pressão e temperatura, alarmes e outros ruídos podem interferir nos padrões de sono e no humor do paciente, causar ansiedade e preocupação desnecessária, tornando sua recuperação mais lenta. A médio e longo prazo, isso também implica em mais custos e usos de recursos para o hospital.

O artigo também leva em consideração que tudo isso que pode ser um estresse a mais para o paciente durante a sua internação, fazem parte da rotina dos hospitais e que estão estabelecidos para garantir o melhor atendimento ao paciente. Os alarmes, por exemplo, tem a sua razão de ser. Avisam a equipe médica que algo de anormal está acontecendo e que precisa de uma atenção especial.

Porém, o que se propõe, é que os hospitais comecem a colocar o paciente no centro deste dilema. Uma sugestão é automatizar alguns procedimentos com a ajuda de tecnologias modernas já existentes, como tablets e smartphones. Em vez de um alarme tocar para toda uma ala ou setor, este alerta poderia ser feito de forma silenciosa, direcionado diretamente para a equipe responsável pela resolução do possível problema. No caso de coletas de sangue, o artigo afirma que hoje em dia há uma série de tecnologias empenhadas em resolver esta questão. A dica é também procurar parcerias com startups que possam se dedicar a oferecer resoluções criativas e eficientes para casos como estes.

Imagem: Medworld

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Ainda pensando nos pacientes, uma dica final é oferecer a eles ambientes mais humanizados e tornar a estadia no hospital mais confortável. Para isso, os hospitais podem apostar em móveis com design mais arrojado, apartamentos com cores mais vivas, “pra cima”, isso sem esquecer a funcionalidade dos equipamentos.

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